12 janeiro 2017

Mário Soares (1924- 2017)


Maria João Avillez lembra as lutas, as vitórias, as derrotas, os apetites, os gostos, os gozos, as amizades e as confidências de um homem que reconciliou, juntou e reuniu 
Portugal.



Mário Soares, o lutador (por  Maria João Avillez)


Mario Soares (1924-2017) Blogue RBE)

03 janeiro 2017

Sobre o Ano Novo





Ano-novo[1] ou ano-bom[1][2] é o momento em que um novo ano civil começa e quando um novo calendário anual é iniciado. Em muitas culturas ao redor do mundo, o evento é comemorado de alguma maneira, principalmente na véspera da data.[3]

O ano-novo do calendário gregoriano começa em 1 de janeiro (Dia do Ano Novo), assim como era no calendário romano. Existem inúmeros calendários que permanecem em uso em certas regiões do planeta e que calculam a data do ano-novo de forma diferente. A comemoração ocidental tem origem num decreto do imperador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (sendo, portanto, bifronte) - uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado). O povo romano era politeísta, ou seja, adorava vários deuses diferentes, e não existe nenhum relato de que o povo judeu que viveu nessa mesma época tenha comemorado o ano-novo, nem que tampouco que os primeiros cristãos o tenham feito. (...)Blogue RBE

20 dezembro 2016

Poemas no livro de ponto

     



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Convidamos os professores e os alunos a ler poemas de Natal na sala de aula, na última semana de aulas do 1.º período. O Poema é colocado no livro de ponto e depois de lido é  afixado no painel de cada sala. 
Estes são alguns dos poemas do livro de ponto:

Surdina de Natal para os meus Netos

Ó David Ó Inês
Vamos ver o Menino
Inda mais pequenino
Que vocês
Vamos vê-lo tapado
Sob o céu do futuro
Com a sombra de um muro
a seu lado

Vamos vê-lo nós três
Novamente nascer
Vamos ver se vai ser
desta vez.
David Mourão Ferreira


Voto de Natal

Acenda-se de novo o Presépio no Mundo!
Acenda-se Jesus nos olhos dos meninos!
Como quem na corrida entrega o testemunho,
Passo agora o Natal para as mãos dos meus filhos.
                                                                                  
E a corrida que siga, o facho não se apague!
Eu aperto no peito uma rosa de cinza.
Dai-me o brando calor da vossa ingenuidade,
Para sentir no peito a rosa reflorida!

Filhos, as vossas mãos! E a solidão estremece,
Como a casca do ovo a latejar-lhe a vida…
Mas a noite infinita enfrenta a vida breve:
Dentro de mim não sei qual é que se eterniza

Extinguia-se o rumor, dissipem-se os fantasmas!
Ó calor destas mãos nos meus dedos tão frios!
Acende-se de novo o Presépio nas almas.
Acende-se Jesus nos olhos dos meus filhos.
David Mourão Ferreira (1960)





Natal


Devia ser neve humana
A que caía no mundo
Nessa noite de amargura
Que se foi fazendo doce…
Um frio que nos pedia
Calor irmão, nem que fosse
De bichos de estrebaria.
Miguel Torga (1948)

Dia de Natal

Hoje é dia de Natal!
Mas o Menino Jesus
Nem sequer tem uma cama,
Dorme na palha onde o pus.

Recebi cinco brinquedos
Mais um casaco comprido.
Pobre Menino Jesus,
Faz anos e está despido.

Comi bacalhau e bolos,
Peru, pinhões e pudim.
Só ele não comeu nada
Do que me deram a mim.

Os reis de longe lhe trazem
Tesouros, incenso e mirra.
Se me dessem tais presentes,
Eu cá fazia uma birra.

Às escondidas de todos
Vou pegar-lhe na mão
E sentá-lo no meu colo
Para ver televisão.

 Luísa Ducla Soares

16 dezembro 2016

Sessão de cinema

Para a sessão de cinema de dezembro escolhemos  "O Gato das Botas". Um filme de animação sobre a amizade e a esperança numa vida melhor, produzido a partir de um conto de fadas da autoria do escritor francês Charles Perrault que foi publicado pela primeira vez em 1697 .

Ao longo do filme, o gato das botas demonstrou que um amigo leal e astuto, como ele, pode valer muito mais que todas as riquezas do mundo. 

Os alunos divertiram-se com estas aventuras do Gato das Botas e a sala esteve esgotada.








14 dezembro 2016

Contadora de histórias 2ºC Laranjeiras

A nossa voluntária Virgínia Almeida, continua a dar o seu tempo para encantar os alunos com as suas histórias. Desta vez foi a turma do 2.º C da Escola das Laranjeiras. 

Os alunos adoraram e pediram à Virgínia para  continuar a contar mais histórias. 

Este trabalho voluntário já vai tão longe e merece todo o nosso apoio porque, esta atividade inicialmente programada para as turmas do 2.º ano das três escolas do agrupamento, vai ser alargada a mais nove turmas da Escola das Laranjeiras, a pedido dos professores e já temos  todas as sessões calendarizadas com os professores e com a Virginia.

A equipa da BE também já adquiriu os livros que a Virgínia usa para contar as histórias e em breve estarão ao dispor dos nossos alunos nas bibliotecas, pois as suas reservas são imensas!!!

É de pequenino que o prazer de ler começa!
Boas Leituras!!!







Visita de Estudo do Clube de Leitura

Neste primeiro período as professoras bibliotecárias organizaram uma atividade muito original para a visita de estudo do Clube de Leitura. Fomos à Escola Secundária D. Pedro V fazer uma oficina de leitura e cerâmica.

A visita constou de duas partes. Na primeira parte visitamos a biblioteca da escola secundária e os alunos ficaram impressionados com a  sua dimensão e quantidade de livros. Aqui, os alunos foram recebidos pela professora bibliotecária, Lígia Arruda, que fez as honras da casa e ofereceu marcadores de livros. A seguir,  os alunos ouviram ler um texto de Valter Hugo Mãe, que começa com " As bibliotecas são como aeroportos..." e
escreveram frases desse texto, para decorações de natal que ofereceram à biblioteca D. Pedro V.
A segunda parte desta visita,  era a mais esperada pela experiência que iam ter no ateliê de cerâmica. Aqui, os alunos foram recebidos e pela professora Mª José Jacinto que orientou toda a atividade. Falou dos materiais e das técnicas que iam usar  e mostrou trabalhos já feitos por outros alunos. 
O texto de Valter Hugo Mãe, já referido, serviu de inspiração para o trabalho de ilustração e foi feita grafitagem em azulejo. 
Foi uma experiência única, os alunos mostraram grande empenho e imaginação. Adoraram mais uma vez participar na atividade do seu clube de leitura. O trabalho final vai ser um painel para embelezar a nossa biblioteca. 
Depois do lanche voltamos para a escola felizes por termos passado uma tarde a aprender, a ler e a  realizar experiências novas.