Mostrar mensagens com a etiqueta Escrita. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Escrita. Mostrar todas as mensagens

22 março 2011

A História de Giotto: 1º Acto ,Cena I

Eis mais um trabalho realizado pelos alunos da nossa escola, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa.
Boas Leituras!!!
Imagem disponível em: http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://en.academic.ru/pictures/enwiki/









A História de Giotto
(baseada no Cavaleiro da Dinamarca)
1º Acto
Cena I
Giotto e Cimabué
Giotto era um pequeno pastor que levava todos os dias as suas ovelhas a pastar. Enquanto pastavam, Giotto passava o tempo a desenhar nas rochas. Enquanto desenhava dizia para si “Um dia serei um grande pintor”. Entretanto, quando desenhava uma ovelha, alguém se aproximou e ficou fascinado com o que viu. Aproximou-se do menino e este assusta-se.

Giotto: (assustado) Quem és tu? E que fazes aqui nos meio destes campos, onde nunca ninguém por aqui aparece?
Cimabué: Chamo-me Cimabué e sou um grande pintor. Vejo que tu também gostas de pintar. Os teus desenhos são belos! Quem te ensinou?
Giotto: Ninguém. Eu vivo aqui no campo e por aqui não há pintores, só pastores como eu. Desenho, porque adoro desenhar, e aprendi sozinho. As minhas ovelhas pastam e eu ocupo-me desenhando tudo o que vejo à minha volta. Desenho nas rochas, porque não tenho material nem dinheiro para comprar. Somos muito pobrezinhos.
Cimabué: Sabes, estou verdadeiramente encantado com os teus desenhos. Não gostarias de mudar de vida? Sair daqui e aprenderes tudo sobre pintura? Se quiseres levar-te-ei comigo para Roma e farei de ti um grande pintor. Tens talento, logo, aprenderás facilmente.
 Giotto: Gostaria, mas não posso. Os meus pais nunca me darão essa oportunidade.
Cimabué: Quem sabe! Podemos sempre falar com eles. Podes levar-me até tua casa? Gostaria, acima de tudo, conhecer os teus pais e pedir-lhes autorização para ires comigo para Roma.
Giotto: Tudo bem, mas não vai valer a pena, eles nunca compreenderão.
Cimabué: Vamos tentar!

História de Dante e Beatriz: 3º e 4º Actos

Aqui fica o final deste texto dramático que, devido à sua extensão, foi publicado por actos!
Boas Leituras!!!
Imagem disponível em: http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://4.bp.blogspot.com/





3ºActo
Cena I
Dante e Vírgílio
Virgílio: Não tenhas medo! Eu sou  a alma de Vírgílio, o poeta morto, que veio à terra para te procurar e ajudar. 
Dante: Quem? Virgílio?! Como pode isso ser possível? Ele morreu há tantos anos!!!
Virgílio: É verdade, mas estou aqui porque Beatriz me pediu.
Dante: Beatriz? A minha Beatriz?
Virgílio: Sim, a tua Beatriz. Pediu-me que te levasse até ela, pois quer ver-te, e pedir-te algo.
Dante: Mas tenho que morrer? Seria bom, não consigo viver sem a minha querida Beatriz, o amor da minha vida.
Virgílio: Não vais morrer, apenas vais fazer uma pequena viagem comigo, depois regressarás.
Dante: Seja feita a vontade da minha amada. Estou pronto, podemos ir.

4º Acto
Cena I
E assim aconteceu. Virgílio levou-o até ao Inferno, onde pode ver as alminhas a arderem. Depois passaram pelo Purgatório onde as almas penavam para poderem entrar no reino dos céus. Finalmente chegam ao Paraíso. Dante vê logo Beatriz que o aguardava.

Beatriz: (exclamando) Dante, como eu te ansiava!  Há muito tempo que te espero.
Dante: Beatriz! És mesmo tu?! Em carne e osso? (apalpando o corpo de Beatriz) Que saudades!
Beatriz: Eu sei, mas tens de mudar o teu comportamento na terra. A tua vida errante não te levará a lado nenhum. Eu quero que te lembres de mim, sim, mas serenamente, sem sofrimento.
Dante: Ó Beatriz, como é tão difícil!
Beatriz: Mas a vida continua meu querido. Vais e ocuparás o tempo a escrever um longo poema, onde contarás tudo o que viste por aqui. Ensinarás o homem a detestar o mal e a fazer  o bem
Dante: Farei tudo o que me pedires, deixarei de sofrer e recordar-te-ei com muito amor.
Beatriz: Agora vai, Dante. Não  te esqueças, escreve um lindo poema, eu inspirar-te-ei.
Dante: (tranquilo) Adeus Beatriz, um dia, mais tarde, cá nos encontraremos e seremos felizes para sempre.

Dante regressa e cumpriu a vontade de Beatriz. Escreveu um lindo e maravilhoso poema, intitulado “A Divina Comédia”



Alunos -7º E
Vanessa
Maria

16 fevereiro 2011

A Voz dos Alunos I

No âmbito do Mês do Escritor, dedicado de 15 de Janeiro a 15 de Fevereiro a Sophia de Mello Breyner Andresen, os alunos foram desafiados pela Biblioteca a darem asas à sua imaginação. Assim, foi-lhes proposto que, a partir  de excertos retirados das obras da autora, imaginassem uma história, a escrevessem e ilustrassem.
Os alunos inspiraram-se e escreveram textos bastante criativos, os quais podem ser vistos e apreciados no Bloco A.
Dá uma espreitadela e vê se a tua história faz parte dos textos expostos!!

Boas leituras!!!

“Abater a árvore foi difícil e toda a gente teve de ajudar. Mas, depois de cortada, ela ocupava tanto espaço que a ilha ficou quase sem lugar para mais nada. Por isso começaram a desfazê-la muito depressa. Primeiro cortaram os ramos e as pernadas e a sua madeira foi distribuída entre todos, para que cada um pudesse fabricar alguma coisa que lhe lembrasse a árvore tão amada.”

                                                                             Sophia de Mello Breyner Andresen – A árvore
   

logo_pnl
Da madeira fizeram livros e mais livros para todas as pessoas. Havia um livro especial cujo título era “A nossa história”. Quando se abria este livro, saía dele uma luz cintilante que iluminava quem estivesse a ler. Nesse livro estava a tal história, a história da ilha que nunca ninguém soube.
A ilha “História escondida” tinha finalmente uma história fabulosa e mágica. Entregámo-la a um museu para todas as pessoas poderem ver e ler uma história mágica.
Raquel e Mariana , 6º E


De certa forma, o João era neto da árvore. Ele tinha sido abandonado junto à árvore.
O João ficou muito triste e decidiu procurar o homem que tinha mandado abater a árvore. Entrou em casa dele e contou-lhe a sua história. O homem ficou tão triste que logo foi plantar outra árvore no mesmo sítio onde tinha estado a outra. Todos os dias, regava-a e conversava com ela. O João, que vivia na rua, construiu uma casa em cima da árvore.
E assim termina esta linda história.
Marta e Ana  6º H

“As flores por quem os gladíolos sentiam realmente grande consideração eram as flores estrangeiras da estufa que têm o nome escrito numa placa de metal atada ao seu pé com um fio de ráfia.
logo_pnlInfelizmente as flores de estufa saíam pouco, porque tinham medo de se constipar. À noite, quando as outras flores passeavam, as flores de estufa ficavam em casa. Só às vezes em Agosto davam uma volta.”

Sophia de Mello Breyner Andresen – O rapaz de bronze


Só às vezes, em Agosto, davam uma volta ao mundo para conhecerem novas coisas e para saberem mais sobre a vida das flores, que deve ser tão bonita! Tão bonita como a vida dos outros seres vivos que conheceram na viagem pelo mundo, novas coisas que trouxeram consigo e novos amigos que fizeram lá. Deram-lhes a conhecer as coisas tão maravilhosas que o mundo tem para lhes oferecer, de tão bonito e agradável que é!

Gonçalo Lopes, nº 6 e Miguel Ribeiro, nº 15  6º B


Certo dia, as flores de estufa combinaram enviar uma carta à deusa da Chuva e ao deus dos Ventos, a dizer:

Estufa, 3 de Março de 2010

Deus dos Ventos, Deusa da Chuva,
gostaríamos que parassem a chuva e os ventos por uns dias para podermos sair da estufa e não termos de esperar aqui dentro até Agosto.

Atenciosamente,
As 3 flores da estufa

Chegou Agosto e elas saíram da estufa. Como já estavam crescidas, foram ter com a família e viveram felizes para sempre.
(Anónimo)